quinta-feira, 24 de abril de 2008

Pará quer reduzir doenças crônicas não transmissíveis

O crescimento da incidência de doenças crônicas não transmissíveis no Pará levou o Departamento de Epidemiologia (Depi) da Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa) a reunir técnicos de diversos setores da instituição, com o objetivo de discutir estratégias de vigilância para minimizar a prevalência dessas doenças no Estado.
Doenças cardíacas, diabetes, hipertensão, depressão e até o câncer estão diretamente relacionadas a hábitos nada saudáveis, como alimentação com excesso de sal, gorduras e conservantes, sedentarismo, tabagismo, alcoolismo e uso de drogas ilícitas.
Segundo Dilma Neves, técnica do Depi, uma estratégia efetiva para o combate às doenças não transmissíveis deve ir muito além do setor de saúde, e envolver intervenções amplas na sociedade, por meio de medidas preventivas e de sensibilização.
Para Sebastião Licínio dos Santos, técnico do Depi, as estratégias discutidas durante as reuniões tentarão minimizar os danos causados por esse grupo de doenças.
O controle de doenças não transmissíveis é importante para a saúde pública, pois com o trabalho de vigilância é possível coletar dados sobre fatores de risco, garantindo a melhoria da qualidade de vida da população.
A discussão é apenas o primeiro passo. Ao final das reuniões será elaborado um relatório, a ser entregue à diretoria técnica. Após apresentação à titular da Sespa, Laura Rossetti, as equipes formarão grupos de trabalhos para viabilizar parcerias com escolas, entidades, sociedades e empresas públicas e privadas.

Texto: Andreza Batalha - Sespa

Fonte: Agência Pará

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